quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Alta velocidade Porto - Vigo: Obras só em 2012

Realizou-se ontem em Braga, na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva uma sessão de esclarecimento organizada pela Rede Portuguesa de Alta Velocidade (RAVE) e pela Agência Portuguesa do Ambiente, que teve pouca participação do público em geral.

Foi mais uma oportunidade para a população participar nesta discussão em vez de se abster de intervir, mas ontem a assistência foi muito reduzida o que limitou a discussão aos presidentes das Juntas de Freguesia.

Parece que a discussão está só nas autarquias, através das Câmaras e Juntas de Freguesia, porque as opiniões emitidas na comunicação social e na internet, de vários grupos de cidadãos, não estão a chegar aos promotores do projecto.

Exemplo disso é a afirmação de “Carlos Fernandes disse que a RAVE reuniu com todos os presidentes de câmara antes de entregar o estudo de impacte ambiental à Agência Portuguesa do Ambiente” e não com organizações de cidadãos.

“A administração da RAVE estima para meados de 2012 o início da construção da primeira fase do eixo Porto-Vigo, se se confirmar a previsão de lançamento do concurso público em 2010 e a adjudicação no final de 2011. Certo é que, a 29 de Março do próximo ano, a Agência Portuguesa do Ambiente tem que dar o seu parecer final ao estudo de impacte ambiental, documento que se encontra em consulta pública até 13 de Janeiro próximo”.

Relembramos que a data prevista para a entrada em funcionamento desta linha de Alta velocidade é para 2015.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

"Do Rendimento Mínimo Garantido ao Contrato de Inserção Social"

No artigo de opinião de Margarida Neto, no jornal SOL, podemos ler que “Uma sociedade solidária compreende e aceita a necessidade de medidas de apoio a quem precisa de um mínimo de dignidade. Esse mínimo é um direito. Mas devemos organizar melhor a sua execução, para que seja mais justo e temporário. O Movimento Esperança Portugal propõe a substituição do RSI pelo Contrato de Inserção Social. O beneficiário tem de ser responsável pela execução do contrato, sob pena de ele poder terminar”. “Só na proximidade é possível conhecer, avaliar, modificar”. Ontem, em Vila Nova de Famalicão comemorou-se o décimo aniversário da “Rede Social de Famalicão que integra um total de 214 parceiros, entre várias instituições de solidariedade social do concelho, autarquia e juntas de freguesia, administração central e empresas”. Sendo esta uma estrutura local, a intervenção de António Batista, consultor da Rede Social de Famalicão, apelou para novos projectos porque “Já não se trata tanto da mera distribuição de recursos, mas, sim, da criação de verdadeiras oportunidades para toda a gente, para que toda a gente consiga ultrapassar os seus obstáculos”. Para António Batista existe “mesmo da necessidade de existirem contrapartidas na redistribuição de recursos. Para o responsável, só a “contratualização de recursos” poderá acabar com a situação de dependência social”.

domingo, 13 de dezembro de 2009

A crise a Alta Velocidade.

Bartoon no jornal Público de 13 de Dezembro de 2009.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

OIKOS em Braga

Foi ontem inaugurada a sede da OIKOS em Braga, a primeira delegação regional desta ONG em Portugal.

“Mais descentralizados, conseguiremos assim uma maior abrangência no Norte de Portugal e difundir a nossa actividade ao nível da Cidadania Global”.

O grande objectivo da instituição passa pela sensibilização e cooperação junto das escolas. “Temos cinco anos para incutir os ‘objectivos de Desenvolvimento do Milénio’ que reflectem problemas tão actuais como a erradicação da pobreza igualdade de género direito à educação saúde protecção do ambiente ou cidadania” disse Bernardino Silva coordenador da região norte da OIKOS.

Ontem ao final da tarde, na Biblioteca Lúcio Craveiro Lopes, foram apresentados pela OIKOS os KIT’s pedagógicos para os Objectivos Do Milénio, que foram entregues a vários professores para que se desenvolvam actividades nas escolas da região.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Casa arrombada, trancas na porta.

Hoje, em Braga, o “Governador civil quer ajuda mais rápida do Governo a empresas viáveis com problemas”.

Esta afirmação surge depois de Fernando Moniz, Governador Civil de Braga, ter reunido com os deputados do PS eleitos por Braga, na semana passada.

Mas porque não reuniu com os outros partidos políticos?

Se relembrarmos que o actual Governador Civil é o mesmo dos últimos quatro anos e que os deputados eleitos pelo PS são os mesmos da anterior legislatura, porque razão só agora acordaram para esta situação?

O Presidente da Associação Industrial do Minho, António Marques, afirma à TSF, que já há um ano que a AIMinho tinha alertado para esta situação. Em Janeiro afirmou que “O Estado tem que pagar a tempo e horas’, ao mesmo tempo que garantiu que os milhões de euros anunciados pelo Governo em vários sistemas de incentivos às PME ‘não estão a chegar às empresas”.

O Presidente da AIMinho estranha que “Quando se critica a sociedade civil e quando cinco entidades o tentaram fazer tendo previamente uma audiência com o governador civil e essa audiência não foi conseguida apenas acho que temos de juntar a força para que o senhor governador civil tenha o sucesso que há muitos meses não tivemos para falar provavelmente falar das mesmas coisas”.

Os indicadores e relatórios de diferentes organizações previam no início deste ano uma crise tremenda, com uma taxa de desemprego elevada e com impacto em todos os sectores da economia, em especial a da construção civil.

Estes dados deviam servir para planear e não para aguardar o que vai acontecer, não pode ser só quando temos mais de 52 mil desempregados na região é que se apresenta um projecto-piloto ao Governo.

Temos de alterar esta cultura de que “só depois de casa assaltada é que se colocam as trancas na porta”!

A melhor resposta à falta de planeamento das políticas é dada pelo mesmo Governador Civil, quando afirma que “se não utilizarmos um mecanismo expedito, bem agilizado com intervenção rápida e em cima das situações por parte do Ministério da Economia e do Trabalho as ajudas poderão vir já tarde demais”.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Dia Internacional do Voluntário

Celebra-se amanhã o Dia Internacional do Voluntário, que na cidade de Braga vai ter várias iniciativas.

Destaca-se a iniciativa, organizada pelo Banco Local de Voluntariado de Braga, que vai decorrer na Biblioteca Lúcio Craveiro, a partir das 10 horas, onde diferentes instituições apresentarão os vários projectos que realizaram neste âmbito.

Vão estar presentes as seguintes instituições:

- ACAPO

- Alternativa – Comércio Justo

- ANIMACLUB

- Associação de País da EB1 do Fujacal

- Associação de Idosos e Reformados do Centro Histórico de Braga

- Caritas Arquidiocesana de Braga

- Centro Social e Paroquial de Aveleda e de Ferreiros

- CIVITAS

- Colégio S. Caetano

- Cruz Vermelha Portuguesa – Delegação de Braga

- Domus Fraternitas

- HABITAT for Humanity Braga

- Projecto Homem

- Quercus

- UNICEF – Delegação de Braga

No mesmo local, durante a tarde, vai ocorrer um espaço para testemunhos individuais sobre as suas experiências enquanto voluntários.

À noite, a partir das 21 horas, decorrerá um Sarau Cultural, no Parque de Exposições de Braga, organizado pela delegação da Cruz Vermelha.

“O trabalho voluntário constitui um reforço para o desenvolvimento social, a erradicação da pobreza e a integração social”.

“Seja Voluntário, há quem precise de si!”