segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Resultados das Eleições Legislativas 2009

Queria apenas dizer que votei pela primeira vez no MEP, aliás eu e o meu marido assim como muitos amigos.Obrigada por existirem, porém tinha Esperança que os resultados fossem melhores.Mas"...A ESPERANÇA é a última a morrer!"FORÇA” Edith “Espero que a vontade e a esperança não morram. Tenho muita pena não ter sido possível eleger nenhum deputado.” Sérgio “Jorge, poderá sempre contar connosco. Ainda acredito que é possível mudar este país. Não só acredito que podemos, como acredito que merecemos mudar.” Camila Foi um sonho de esperança, que o País (ou melhor o nosso povo) não compreendeu! Ou o eterno medo da mudança! Portugal é assim..... Talvez 1 dia...” Isabel Eu votei MEP...Força MEP, outras lutas e batalhas virão... podemos ter perdido esta batalha mas não a guerra por um Portugal melhor porque MELHOR É POSSÍVEL.... FORÇA MEPRui Nestas alturas, apesar de achar que temos o dever cumprido, fica sempre a sensação que poderíamos ter feito mais.Foi um privilégio ajudar a construir Portugal na Vossa Companhia.” Tecas “A construção da Esperança não pode parar!” Sónia

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Dia 27 de Setembro de 2009

Para renovar a Política
Vote MEP
Uma nova geração.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

MEP promove Dia para uma Sociedade de Confiança

O Movimento Esperança Portugal vai concluir a sua campanha eleitoral com um dia dedicado a “Uma Sociedade de Confiança”, visitando 10 instituições e profissionais de áreas que merecem toda a confiança. O MEP considera que o principal défice nacional não é o das contas públicas, ainda que esse seja grave. O maior défice é o de confiança. A erosão da confiança do Estado nos cidadãos e nas empresas (e vice-versa) entre instituições e entre os cidadãos deve ser combatida como um dos principais adversários do desenvolvimento de Portugal. Acresce que a única forma viável de viver em sociedade é reforçando o capital social que depende exclusivamente dos elos de confiança. O roteiro, realizado por Jorge Sousa, cabeça de lista do MEP por Braga, terá inicio às 09.00h, do dia 25 de Setembro, com a primeira visita à Escola Primária de Cima de Pele, em Joane, Vila Nova de Famalicão, onde transmitiremos a nossa confiança aos professores. Durante o dia vamos visitar uma agência bancária da CGD, em Famalicão, os Bombeiros Voluntários e a PSP em Braga, e por fim o Museu Alberto Sampaio, em Guimarães. Transmitiremos também a nossa confiança aos profissionais da restauração, através da visita à Pastelaria Latina, em Joane, e da visita ao restaurante Rotiveminho, em Braga. Para além dos profissionais que trabalham nestas instituições, vamos visitar também o presidente de Junta de Freguesia de Arcozelo, em Barcelos, uma jornalista, em Braga e um médico pediatra em Guimarães. O roteiro será concluído com uma caravana do MEP para sinalizar que também é preciso confiar nos políticos. Com eles se deve estabelecer um contrato de confiança que deve ser fiscalizado e cumprido. Sem confiança entre eleitos e eleitores, não teremos um País melhor. Agenda do dia 25 de Setembro: 09:00h: Professor Primário – Joane, Escola Primária de Cima de Pele 09:30h: Pasteleiro – Joane, Pastelaria Latina 10:00h: Gestor Bancário – V. N. Famalicão, Caixa Geral de Depósitos 11:00h: Presidente da Junta de Freguesia – Arcozelo, Barcelos 11:30h: Jornalistas – Braga, Em frente à Brasileira 12:00h: Bombeiros – Braga, Bombeiros Voluntários de Braga 12:30h: Cozinheira – Braga, Restaurante Rotiveminho 14:00h: Policia – Braga, Policia Segurança Pública 15:00h: Médico Pediatra – Guimarães 15:30h: Direcção de Museu – Guimarães, Museu Alberto Sampaio 16:00h: Político – Caravana Automóvel do MEP

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Portugal Informático. (Se Portugal fosse um (bom) programa informático!) – A Campanha ajuda?

A ajuda disponibilizada ao utilizador é muitas vezes uma faceta negligenciada numa aplicação.
Esta ajuda pode ser tratada em vários momentos e de várias formas, mas a primeira, e essencial, é permitir ao utilizador executar a aplicação na sua própria língua. Permiti-lo reconhecer-se nas palavras e entender os conceitos, é fundamental.
Todos os que já trabalharam neste campo, sabem o quão grande e penoso desafio isso representa e sabem que muitas vezes, tudo aquilo que damos como adquirido, se desmorona rapidamente ao longo de pequenas mas inúmeras coisas, quando o utilizador não compreende o que ou como fazer. Esta é uma daquelas batalhas que tem mesmo que ser ganha "à cabeça". Mas para além da língua, das validações dos campos de introdução, ao botão de “Ajuda” global, da ajuda mais contextualizada (onde a tecla F1 disponibiliza acesso a artigos específicos da tarefa em que estamos a trabalhar), a artigos técnicos especializados (que permitem a utilizadores avançados tirar o máximo partido das aplicações) este assunto abrange sem dúvida um vasto campo de trabalho que não posso aqui “esmiuçar”. Outro tipo de ajuda próxima e que nos é familiar é a disponibilizada pelos chamados assistentes (ou wizards). Os assistentes têm como objectivo, auxiliar o utilizador a efectuar tarefas complexas, guiando-o através de uma sequência de passos com pequenas tarefas que garantem a obtenção do resultado final. Hoje em dia, dispomos de uma clara aproximação/paralelismo a esses assistentes nos questionários online para as campanhas eleitorais (veja-se o exemplo da bússola eleitoral) Neste caso, permite a um eleitor indeciso (ou não) saber qual o partido que mais próximo se encontra da sua forma de pensar. O simples facto de o eleitor ir sendo questionado sobre vários temas e percorrendo aquelas perguntas (sem escapes - “ou votos em branco”, nem subterfúgios escondidos), ajuda/obriga a decidir, a equacionar as suas convicções, a medir o seu grau de certeza ou concordância e a amadurecer vários aspectos. Permite ainda no final, confrontar as suas respostas com as do partido com que mais se identificou ou com as de qualquer um dos restantes partidos concorrentes às eleições Eu também percorri essa bússola e foi com agrado que constatei o meu posicionamento. No entanto, para alguns meus conhecidos, o resultado final trouxe em alguns casos um sentimento de choque perante os resultados que os colocavam ideologicamente distante da posição política em que se conceptualmente posicionavam. Alguns mais preocupados com estes assuntos chegaram mesmo a repetir o teste, mas desta 2ªa vez usando de mais seriedade no processo e ponderando com mais cuidado as respostas (constatando que em certas questões, flutuações aparentemente de pequena monta, podem fazer a diferença no posicionamento final….) Mas mais que elogiar este tipo de iniciativas (que no final incentivam a votar e que por estarem na internet permitem um alcance “global”), eu pergunto-me, “Não deveria ser a própria campanha eleitoral o nosso melhor assistente eleitoral”? Não deveriam, estes 15 dias que antecipam as eleições, ser um tempo para, cada dia se ir confrontando o eleitorado com pelo menos um tema para que este chegue ao resultado final? À decisão sobre a sua intenção de voto? Não deveria ser este um espaço para os políticos falarem a língua dos eleitores, para que estes entendam os valores, as ideias, as diferenças de cada proposta? A amostra que tivemos com a ronda de debates entre os líderes dos 5 maiores partidos fez-me fazer crer que desta vez o tom estava pelo menos um pouco diferente e que os candidatos se apresentam com “mais qualidade”, mais bem preparados (fruto também dos jornalistas que moderaram esses debates e que me pareceu procuraram abordar questões que diferenciavam as várias forças políticas). Infelizmente verifico que passada essa “miragem inicial”, mais uma vez, a campanha voltou a ser o tradicional desfilar de comícios, a exploração de assuntos periféricos (TGV - que efectivamente não estão na ordem do dia das pessoas comuns e que passam por dificuldades), ou mais recentemente, assombrada por factos políticos que dada a sua relevância, renegarão definitivamente para 2º plano toda a restante campanha. Não fora “Os Gato” e tudo seria ainda mais ensosso. Lamento apenas que nenhum dos pequenos e novos partidos tivesse sido incluído em algum destes momentos, para que mais portugueses pudessem escutar as suas ideias. Mas felizmente para mim não restam dúvidas nem reservas. Quanto a mim - já decidi (e confesso que nunca antes numas legislativas votei com tanta convicção). E o meu voto não será para os que não quero que estejam na assembleia a decidir por mim, e que não pensam como eu, mas para os que quero que tenham voz desde já, que se batem por aquilo em que acreditam, por aquilo em que eu também acredito. Será para aqueles que querem servir os outros, o país, por nós e por todos, para os que não querem deixar ninguém para trás, para os que querem que todos se comprometam com o futuro do país, para os que querem que o nosso Portugal, para os nossos filhos, seja melhor do que o Portugal de hoje.Nestas eleições eu voto MEP. Já agora, num assistente bem feito, antes de “Finalizar” o utilizador é sempre confrontado com o elencar das suas opções e em caso de engano/ou dúvida, pode sempre voltar atrás. Será que, se quando o eleitor se preparasse para votar num determinado partido, fosse confrontado com as ideias que efectivamente são defendidas por este, assumiria como suas essas ideias ou voltaria atrás para fazer “alguns ajustes” mais de acordo com as suas convicções? Eu sei no que acredito, eu sei, não em quem vou votar, mas em quem quero votar. E tu?
Eduardo Silva

Jovens famalicenses conhecem o MEP

Jovens famalicenses estiveram reunidos com Jorge Sousa, cabeça de lista do MEP por Braga, para conhecerem este novo partido e as suas propostas. O encontro que decorreu na cidade de Vila Nova de Famalicão, iniciou-se com uma breve apresentação de Jorge Sousa sobre o Movimento Esperança Portugal e o que o levou a aderir e a assumir o desafio de ser candidato. Os jovens presentes são alunos do ensino superior e apresentaram as suas preocupações quanto ao futuro, quer ao nível do emprego quer à fraca participação na sociedade civil. Jorge Sousa desafiou os jovens a aproveitarem as suas competências para actividades de voluntariado, desenvolvendo assim novos conhecimentos, a assumirem o risco de construírem laços de confiança, que permitam uma sociedade mais transparente e a serem empreendedores, com as suas capacidades de inovação. O MEP propõe uma aposta na educação e cultura política dirigida aos mais novos, para que através do conhecimento, se estimule nos jovens a consciência da importância da sua participação política. Na área do Ensino Superior o MEP aposta num ensino de qualidade, nas suas múltiplas missões, desde logo valorizando a autonomia das instituições, o ensino em ambiente de investigação e ligação ao mundo do trabalho, através da relação das instituições de ensino superior com as empresas e a comunidade.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Organização para a Segurança e Cooperação Europeia reúne com o MEP

Uma missão da Organização para a Segurança e Cooperação Europeia (OSCE) para as Instituições Democráticas e os Direitos Humanos (ODIHR) reuniu-se, ontem, em Braga, com o Movimento Esperança Portugal, no âmbito da avaliação das eleições Legislativas em Portugal. Em representação do MEP estava Jorge Sousa, cabeça de lista por Braga, e a delegação da OSCE-ODIHR era composta por dois peritos internacionais: Vadim Zhdanovich (Rússia) e Salome HIrvaskoski (Finlândia) acompanhados pela Drª Lina Esteves. Esta missão da OSCE-ODIHR encontra-se em Portugal a convite do Governo Português para observar as eleições legislativas e é constituída por 13 peritos internacionais, que após reuniões preliminares com o Governo e com os partidos ao mais alto nível se dividiu de forma a poder observar o processo legislativo em diferentes distritos de Portugal. Na reunião com o MEP foram analisados os procedimentos legais das eleições, a campanha politica, o trabalho da administração eleitoral, a nível central e regional, bom como os procedimentos consequentes às reclamações e recursos. A missão de avaliação analisará igualmente a função dos órgãos de comunicação social, privados e públicos, na transmissão da campanha eleitoral. O MEP transmitiu a sua visão do processo eleitoral, com muitos aspectos positivos deixando duas notas a melhorar: - O funcionamento de algumas Juntas de Freguesia que não estão preparadas para dar resposta às suas competências; - A necessidade de igualdade de oportunidade entre todos os partidos na cobertura noticiosa nos órgãos de comunicação social. O objectivo principal desta missão é observar todo o processo das legislativas, de forma a comparar com os critérios democráticos definidos pela Declaração de Copenhaga, a qual foi assinada por todos os países europeus. A OSCE-ODIHR publicará um relatório final após a conclusão do processo eleitoral. Link: http://www.osce.org/odihr/

domingo, 20 de setembro de 2009

Movimento Esperança Portugal : Uma semana de campanha pela positiva !

Uma semana depois do arranque da campanha do Movimento Esperança Portugal para as Eleições Legislativas de 2009, muitas foram as actividades realizadas para divulgar o programa e as propostas do MEP no distrito de Braga. Visitamos escolas nas Taipas, em Guimarães, e em Barcelos e visitamos a ATAHCA em Vila Verde. Fizemos acções de rua em Braga, Esposende, Guimarães, Vila Nova de Famalicão, Vizela e Vila Verde, onde distribuímos mais de 10 mil revistas e mais de 15 mil folhetos. Foram publicados artigos e entrevistas em vários jornais da região. Estamos a receber pedidos de informação, de materiais e de divulgação do MEP por email e a receber mensagens de apoio de cidadãos de todo do distrito. Colocamos na Avenida da Liberdade, em Braga, 12 placards com 100 cartazes de indicação de VOTE MEP! Apesar do desanimo e falta de confiança nos políticos em geral, recebemos o apoio de muitas pessoas que encontramos na rua para continuarmos o nosso trabalho de divulgação do MEP, de incentivo à nossa coragem de ir em frente com estas ideias e valores mas também surpreendidas com a forma como “vestimos” a camisola para Construir Portugal. Temos agora pela frente mais uma semana para conseguir chegar a mais pessoas com as nossas propostas e conseguir converter em votos o apoio e simpatia que temos recebido. Para esta tarefa estão todos convocados porque todos são precisos para Construir Portugal!

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Movimento Esperança Portugal esteve em Vizela

"A excelente recepção que o MEP teve em Vizela, demonstra a receptividade que as propostas do Movimento Esperança Portugal geram junto da população, apesar desta ser a segunda vez que o partido se apresenta a votos.
Na visita a Vizela, o candidato Jorge Sousa (na foto) esteve em conversa com a população e a divulgar as propostas do MEP para uma Nova Agenda Social.
O MEP - Movimento Esperança Portugal iniciou a sua campanha para as legislativas com o lema “CONSTRUIR PORTUGAL”. Jorge Sousa, cabeça de lista do MEP pelo distrito de Braga está a percorrer os vários concelhos."
Pode ler na integra esta notícia publicada no DigitaldeVizela.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

MEP deseja uma Sociedade Civil mais forte

Jorge Sousa, cabeça de lista por Braga e Sandra Correia, cabeça de lista por Bragança à Assembleia da República, visitaram a ATAHCA – Associação de Desenvolvimento das Terras Altas do Homem, Cávado e Ave, em Vila Verde. O Prof. José Mota Alves, presidente da ATAHCA transmitiu a opinião de que “o estado vê com desconfiança o que a sociedade civil faz nas áreas da sua intervenção”. Muito do trabalho da associação tem passado pela concretização dos diferentes programas contratualizados com o estado, como o LIDER e o PRODER na região de intervenção, com maior actuação ultimamente na formação das populações. No caso do CNO - Centro de Novas Oportunidades, a ATAHCA tem desenvolvido o projecto com uma politica de itinerância, levando os técnicos aos locais onde a população reside, sempre que tenha um grupo inscrito em quantidade suficiente, o que tem permitido ter mais de mil inscritos no CNO mantendo uma aposta clara na qualidade da formação. Uma das dificuldades que a Associação tem encontrado é “a falta de estratégia e de planeamento para a região, que passa em muito pelas diferentes entidades estarem de costas voltadas entre si, a começar por alguns organismos do estado”. Do programa do MEP sobressai um capítulo para uma democracia mais próxima do cidadão, para o qual precisamos de uma sociedade mais forte, capaz de responder aos desafios da subsidiariedade em oposição à centralidade, à hegemonia do estado e à desresponsabilização. Como novas medidas o MEP propõe a participação da Confederação Nacional de Instituições de Solidariedade no Concelho Económico e Social, propõe a aposta em “parcerias público-privadas de responsabilidade social” com instituições da sociedade civil – empresas, fundações, associações, IPSS – para a resolução de problemas, passando pelo diagnóstico, inovação, apresentação de soluções e a forma de implementação e a avaliação. O MEP defende o reforço dos meios de contacto entre a Assembleia da República e os cidadãos, através de gabinetes distritais, onde possam receber os eleitores.
Texto publicado em PressPoint e no Correio do Minho.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

“A participação cívica não se esgota no voto”

Jorge Sousa, cabeça de lista do MEP por Braga, em entrevista ao Jornal Povo Famalicense, revela o que o levou a aderir a um movimento que propõe uma nova forma de fazer política, preenchendo o espaço de descontentamento generalizado da população face aos partidos ditos tradicionais. Essa nova forma passa por olhar as pessoas olhos nos olhos, perceber as suas carências e apontar caminhos, mais do que criticar. Pode ler-se a totalidade da entrevista nas pág. 14, 15 e 16 do Povo Famalicense.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

MEP propõe Aliança para uma “Escola Melhor”

Rui Marques, o presidente do MEP, e Jorge Sousa, cabeça de lista por Braga à Assembleia da República, visitaram a Escola Secundária das Taipas, em Guimarães, e o Colégio Didálvi, em Barcelos.
A visita à Escola Secundária das Taipas marcou o início do roteiro "Portugal no seu melhor". Um projecto que promove um conjunto de visitas a exemplos de boas práticas nos mais variados sectores da sociedade.
“O MEP quer distinguir e agradecer a quem está a dar o melhor de si para construir Portugal”, afirmou Jorge Sousa.
A escola das Taipas é uma das 24 a nível nacional que têm contrato de autonomia. É um bom exemplo de que o Estado deve confiar na comunidade e, no domínio da educação, apostar forte numa autonomia contratualizada com cada Escola.
José Araújo, o director da escola, guiou a visita ao estabelecimento de ensino que está a ser requalificação. Deu ainda conta das vantagens da autonomia assim como da preocupação em dar resposta à comunidade que serve, com ofertas profissionais e centro de novas oportunidades
“Precisamos de confiar nos estudantes, acreditar nos professores e dar estabilidade ás famílias para que todos possamos fazer uma escola melhor, todos os dias”, salientou Rui Marques.
O MEP defende uma abertura à co-existência de vários modelos de escolas no país, assentes no principio da autonomia e da avaliação, tendo visitado dois modelos diferentes como a Escola Secundária das Taipas, com contrato de autonomia e o Colégio Didálvi, onde o “Contrato de Associação” tem permitido a 1400 alunos frequentarem um ensino de qualidade numa região desfavorecida.
Este modelo de parceria entre o Estado e uma escola privada tem permitido a inovação e a possibilidade de encontrar novas soluções para ter um ensino com qualidade, como é exemplo a Quinta pedagógica do Colégio Didálvi.
Para uma valorização pública dos professores e da sua missão, o MEP propõe que o recrutamento seja progressivamente delegado ao nível local, e que seja abandonado, de imediato, o actual sistema de avaliação.
Propõe ainda o início da elaboração de um novo modelo com a colaboração dos professores, que seja efectuada uma reformulação da formação e que se utilize os dispositivos que a lei confere para garantir o respeito pela figura do professor.
Artigo publicado no Diário do Minho e em PressPoint.

domingo, 13 de setembro de 2009

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Programa da campanha para dia 11 de Setembro

A passagem do autocarro e da comitiva da campanha, com o Rui Marques, Presidente do MEP e com o Cabeça de Lista por Braga, terá as seguintes acções: Dia 11 de Setembro 8h30 – Acção de Rua : Arco da Porta Nova (Braga) 11h00– Prémio “Portugal no seu melhor”- Escola Secundária das Taipas, Caldas das Taipas 12h30 – Acção de Rua: Largo do Toural (Guimarães) 15h30– Ideias com Futuro : Colégio Didálvi (Barcelos) 17h00 – Acção de Rua : Avenida Central / Largo de S. Francisco (Braga) 20h30- Jantar Temático: “Plataformas para uma década: Educação” (Restaurante Casa Alves - Braga)

MEP em Movimento a partir de hoje “Para Construir Portugal”

O MEP - Movimento Esperança Portugal iniciou a sua campanha para as legislativas hoje, dia 10 de Setembro, centrado na ideia de serviço ao bem comum, sob o lema “CONSTRUIR PORTUGAL”. O MEP irá percorrer os principais distritos do país (Lisboa, Porto, Braga e Aveiro), entre 10 e 25 de Setembro, com Rui Marques, Presidente do MEP, principais cabeças de lista pelos distritos de Portugal e uma comitiva do MEP. O MEP considera que o grande défice do país é o da desconfiança; e que um dos desafios mais urgente para Portugal é a reconstrução da confiança. A campanha do MEP irá centrar-se no combate à erosão da confiança - que leva à destruição da esperança - , a recuperar a confiança em nós próprios, nos outros e nas instituições e no País. O principal desígnio do MEP para a próxima legislatura é não deixar ninguém para trás, garantir uma mesa com lugar para todos e da responsabilidade de todos, ser construtor de pontes (interculturais, interdisciplinares, interdepartamentais, inter-religiosas), pôr as famílias no centro das políticas, criar mais riqueza e distribui-la com justiça e, com realismo, viver com a riqueza que produzimos. A caravana do MEP terá como base um autocarro especial, onde se deslocará a comitiva que servirá de apoio para todas acções.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Jantar Temático "Educação" - Braga

A campanha Eleitoral do MEP vai realizar uma jornada pela Educação no dia 11 em Braga.

Neste dia em que se irá visitar duas escolas, uma pública e outra privada, que são um exemplo de sucesso, vamos terminá-lo com um Jantar com professores e amigos que estão ligados ao ensino.

Todos estão convidados a participar neste jantar e no diálogo sobre uma Escola Melhor.

O Jantar realiza-se no Restaurante Casa Alves, a partir das 20:30h.

Pode-se inscrever para jorge.sousa@mep.pt ou por telefone para 913 933 376.

Participe e contribua para uma Escola Melhor.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

À procura do voto útil...

Extracto do post colocado no Blog Dedo Politico:
O presidente do MEP, Rui Marques, ao elogiar o presente para combater as adversidades do futuro, mostra que poderá vir a ser uma boa 'lufada de ar fresco' no panorama político nacional.
"Portugal, apesar de tudo, tem dado passos positivos, nas últimas décadas, no combate à pobreza e à exclusão social. Não reconhecer isso é miopia, mas tomar como resolvido o problema da exclusão social é cegueira. Muito há ainda por fazer, tornando mais eficientes as boas iniciativas, cessando os programas ineficientes e gerando novas acções que correspondam a necessidades não satisfeitas neste combate pela inclusão social."
Rui Marques, Expresso, 05 de Setembro de 2009
Pode ler o artigo completo aqui.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Portugal Informático. (Se Portugal fosse um (bom) programa informático!) – Poder para decidir

Numa aplicação informática, quando o utilizador tem que tomar uma decisão e é confrontado com uma pergunta, a questão deve ser clara e em linguagem facilmente entendível para o utilizador, com ícone e tipo de janela adequado à situação, e entre outros requisitos, quando for esse o caso, e na medida do possível, devem ser apresentadas opções que ajudem o utilizador a ultrapassar o problema. Um exemplo duma mensagem desse tipo poderia ser esta pergunta: O ficheiro encontra-se actualmente a ser utilizado. O que deseja fazer? Voltar a tentar, Gravar como, Cancelar. Nestas eleições parece-me a mim que cada português é também colocado perante esta pergunta (embora não de forma tão clara) - O que deseja para Portugal? Como resposta podemos também optar entre o continuar a tentar e insistir na escolha num dos dois partidos que ao longo da nossa democracia nos tem vindo a governar. Apostar numa outra opção ou simplesmente abster-se de “tomar partido”. Mas vamos por partes. Quanto a esta última opção, ainda há pouco tempo, apareceu nos meios de comunicação social o movimento dito “Partido Nulo”. Um movimento que, assumindo não ter propostas, queria “dar voz” ao descontentamento crescente e que pretendia, desse modo, “potenciar” uma renovação a partir de dentro dos próprios partidos. Estando obviamente a favor do princípio que perseguem “o da renovação do panorama político”, esta visão merece-me os seguintes comentários: 1 - Julgo no mínimo ingénuo pensar que interesses e práticas consolidadas ao longo dos anos possam agora ter um arrebate de consciência, se uns milhares de portugueses decidirem simplesmente, votar nulo. Embora os impulsionadores desse movimento salientem que ao contrário da abstenção, “o voto nulo implica uma alteração da proporcionalidade”, na prática, esta alteração, tal como a abstenção, em nada afecta os partidos, pois os mesmos lugares de sempre continuarão a ser distribuídos pelos partidos que forem votados. Na mesma linha (mas diria eu que de forma menos insultuosa para com o sistema eleitoral que o voto nulo) coloco o voto em branco. Em ambos os casos, quando chega o momento da decisão, a decisão afinal é não decidir e colocar essa decisão na mão dos outros (que votam válido). É pensar que é possível colocar o país em “Pausa”, à espera que apareça um salvador com o qual nos identifiquemos plenamente. Então sim já poderíamos votar (no entretanto deixamos ficar quem lá está). A estes deixo a pergunta: Será que, no momento que atravessamos, essa é mesmo uma decisão possível? Não creio. 2 - Quanto ao argumento de que “as pessoas têm que votar sempre nas mesmas pessoas e nos mesmos programas” eu pergunto: Será que se deram ao trabalho de, consultar e analisar os programas dos novos partidos? Este último ano foi sem dúvida um dos mais profícuos no que à política nacional diz respeito, com o surgimento de 4 novos partidos. Não será tacanho acreditar que nada de bom ou de novo poderá surgir de entre cidadãos comuns que agora se apresentam perante os portugueses? Será que o que desejam afinal não é apenas que, por saudosismo de tempos passados, os partidos com que sempre se identificaram permaneçam no poder, embora com caras novas? Será que a renovação que procuram, não deve antes ser procurada noutro lado, noutras ideias, noutras propostas e noutras pessoas? Se estivéssemos numa aplicação informática, ao fim de algumas tentativas no “Voltar a tentar” já teríamos percebido que essa opção já não servia e como não iríamos cancelar e perder o trabalho feito, optaríamos mesmo por gravar com outro nome. Não terá chegado a hora de fazermos isso por Portugal? Eduardo Silva